27 de abril de 2010

Quanta beleza contida no olhar inocente de uma criança. Doçura, meiguice, inocência e tanta sabedoria.

26 de abril de 2010

A plenitude desse momento. Momento mágico, inexplicável, uma verdadeira dádiva de Deus, Nosso Criador. 

24 de abril de 2010

 
Pensativo, evocando palavras sábias que o faça conduzir o sonho de pares apaixonados prestes a realizar um dos maiores sonhos de suas vidas.

23 de abril de 2010

Essa foto fiz no Cemitério da Consolação. Linda luz, belo contraste enfim... analisando tecnicamente sem querer me vangloriar considero uma bela foto. Mas, nesse dia em que estive neste cemitério parei sim para pensar sobre a vida e a morte. E vi que nos encontramos numa linha muito tênue entre uma e outra, e por isso temos que viver cada segundo, cada minuto da nossa preciosa vida de modo a não nos arrependermos, a termos a cada dia, a cada precioso tempo que Deus nos concede de uma forma tão generosa sempre fé, muita fé. Acreditarmos que se Ele nos concedeu essa chance é para nos agarrarmos a ela com todas as nossas forças e lutarmos por dias melhores, pelos nossos ideais, por aquilo que realmente acreditamos, enfim... por tudo. Sou muito grata a Deus por tudo que Ele me concedeu, por tudo que mes fez passar de bom e de ruim também. Tudo significou um grande aprendizado. Só me resta agradecer e continuar acreditando na vida, mantendo a fé, e o que está por vir só Ele é quem sabe. Obrigada Deus, muito obrigada.

21 de abril de 2010

A foto ideal, não perderia um só segundo de ninguém, nem de nada. Esse instante dessa hipotética foto não teria um antes e nem um depois, não deixaria nada de fora, de modo que tudo quanto há, houve ou haverá estaria registrado. A magia da fotografia, isso é o que me encanta, me fascina. Essa capacidade de imobilizar o instante, de silenciar as coisas mas, ao mesmo tempo dizer tudo. Absolutamente tudo.

20 de abril de 2010

A foto ideal seria o mais abrangente silêncio...
                  Luci Felippe

19 de abril de 2010

Sutileza...
Leveza....
Clareza...
para mim a definição da verdadeira beleza...
No último sábado, 17/04 vivi uma experiência muito interessante. Tendo feito já acredito mais de 800, 900 casamentos enfim... vi uma cena que mexeu com a minha emoção de uma tal forma que tentei controlar-me para que não comprometesse tanto o foco da câmera quanto o "meu" próprio foco mas, não consegui.O noivo foi tomado de uma emoção tão grande que misturou-se à linda música que estava sendo tocada, ao olhar que lançou para a mãe e pai dele, que tanto ele quanto inúmeras pessoas dentro daquela igreja sentiram essa emoção inclusive eu. Tentei segurar-me, conter-me, enfim mas foi impossível, momentos traduzidos com olhares, com sentimentos. Era um momento de desabafo, de agradecimento, de felicidade plena. Dava pra sentir que na cabeça daqueles pais passava em alguns segundos um filme de toda a trajetória daquele filho muito amado e que veio em forma de lágrimas e abraços e beijos, e declarações ao ouvido, enfim é aquilo que eu sempre digo A EMOÇÃO, tão explícita que não são necessárias palavras para que se possa entendê-la...

18 de abril de 2010

17 de abril de 2010

Amor sem limites, sincero, puro e verdadeiro...

16 de abril de 2010

"Pois na minha mão, vai a tua mão conquistando alegrias indomáveis..."           (Pablo Neruda)


A  felicidade estampada nesses rostinhos, traduz o que é um momento como o casamento. Os  sonhos, as vontades, as conquistas, os anseios, enfim... A busca  incansável da felicidade plena e verdadeira. Amar é isso acreditar sempre e buscar a realização dos  seus desejos mais verdadeiros.

15 de abril de 2010

14 de abril de 2010

O início de uma nova fase. Não mais sozinhos, agora juntos, depositando um no outro todos os sonhos, todas as vontades.Momentos muito bons de se registrar. O fotógrafo social é um ser privilegiado, pois trabalha sempre com a alegria, com a emoção, perpetuando a realização dos sonhos das pessoas...

Criação de nosso querido Deus. Tão generoso, tão bondoso, que nos oferece essas belezas para que possamos apreciar.

13 de abril de 2010

A música para mim...

A música também assim como a fotografia sempre teve uma importância muito grande em minha vida. Música para mim é alimento para alma, faz bem  ao coração, considero essencial. Cresci ouvindo músicas maravilhosas, pois meus irmãos sendo violonistas clássicos tiveram  total  influência em meus gostos musicais, causando em mim uma grande diferença no sentido de "apurar" os ouvidos. Aprecio uma boa música, sinto que me transporto, viajo e que isso também inlfuencia diretamente no resultado do meu trabalho.
Nei e Rosi muito obrigada por terem me mostrado a importância da música,  e saibam que vocês me fizeram um bem tão grande que não tenho como descrever.
Amo vocês imensamente... muito obrigada.

12 de abril de 2010

A simplicidade verdadeira, plena e constante, está dentro da alma...
Luci Felippe

11 de abril de 2010

Temos a arte para que a verdade não nos destrua"(Nietzsche)

8 de abril de 2010

"Muitas pessoas vêem o que é, e nunca vêem o que pode ser."

Albert Einstein
"Nossos olhos também precisam de alimento."
Mario Quintana




A fotografia é uma lição de amor e ódio ao mesmo tempo. É uma metralhadora, mas também é o divã do analista. Uma interrogação e uma afirmação, um sim e um não. Mas é sobretudo um beijo muito cálido.
Henri Cartier Bresson


7 de abril de 2010

O olhar com o coração...

Quando fotografo deposito toda minha alma, todo meu coração, todo meu sentimento. Para mim, o primeiro olhar vem do coração... 
"O que realmente é encantador é o poder de transformação do simples em algo inesquecível."
Luci Felippe...

4 de abril de 2010

Caros Amigos,
Tenho passado ultimamente por experiências incríveis realcionadas à fotografia. A mais recente  delas foi hoje à tarde quando recebi um convite de um grande amigo para visitar a exposição da fotógrafa Maureen Bisiliat na Fiesp. Que momento mágico e especial ter visto tanta beleza e sentimento registrados naquelas imagens.
Me vi durante 50 minutos em estado de graça.
Confiram meus amigos, vale a pena apreciar algo tão especial.
Beijos,

Imagens para toda vida...

Tive o privilégio de poder assistir na última sexta feira (26/03) no Teatro Maria Antonia,uma palestra daquele que eu considero um dos melhores fotógrafos da atualidade: Cristiano Mascaro. Qual foi a minha surpresa quando deparei-me com uma pessoa que além de ser um artista excepicional, também é uma pessoa dotada de um senso de humor maravilhoso, capaz de manter as pessoas fixadas em suas histórias, enfim... ele tem  também o dom da palavra.Admiro imensamente seu trabalho, sua linguagem urbana, a clareza apaixonante de suas caminhadas solitárias que ao nos depararmos com suas imagens remetem-nos a um universo fascinante e mágico.
A bela visão de uma cidade, de um vaso, de um rio,  de um céu, de uma escada,de  uma rua. É encantador o  seu poder de transformação do simples em algo inesquecível. Suas fotos ficam gravadas em nossas memórias e em nossas almas. Eu as classifico como  sendo  imagens para toda vida, marcantes, especiais. A simplicidade que contém uma grandiosidade apaixonante.
Parabéns Cristiano.
Por Luci Felippe

3 de abril de 2010

" A fotografia para mim é o espelho da alma, refletindo aquilo que às vezes torna-se difícil  de traduzir-se com palavras. Basta apenas olhar, sentir, disparar e eternizar o instante."
Luci Felippe...

1 de abril de 2010

“Para isso, o fotógrafo se prepara, se posiciona, arma a tocaia da imagem e espera. Ele sabe o que pode acontecer, mas não sabe exatamente o que vai fotografar porque isso não é importante. O que é importante é o que ele imagina para construir sua fotografia. O casual é, portanto, componente necessário da tese do momento decisivo, mas não é em si mesmo o momento decisivo da fotografia.” (José de Souza Martins, sobre Sebastião Salgado, em “A epifania dos pobres da terra”, de “8 x fotografia”)
“Nesse percurso rico e variado, gostaria de fazer um recorte em meados do século XX, quando uma geração de fotógrafos ligados à imprensa surpreendeu a todos ao estabelecer novos paradigmas para a fotografia, ao deixar de se posicionar diante dos acontecimentos como simples espectadores dos fatos, como era comum então, para se tornar protagonistas da trama, invadindo o centro da cena e construindo imagens carregadas de subjetividade.” (Cristiano Mascaro, sobre Robert Frank, em “Bar, New York City, 1955-6”, de “8 x fotografia”)